Longe, a Liberdade contempla o Medo
De estar presa no tempo, quase estanque
Em Braços nefastos, Braços de sangue;
Assim Ela não pôde voar no mundo.
Esse sentimento fica um segundo
Numa dimensão sem tempo ou lugar
Sem a proteção do negro Luar
Que guardava seu mistério profundo
Esse sentimento, quase natimorto
Pára entre brumas esquizofrênicas
E contempla mentes oligofrênicas;
Esse sentimento, que foi sempre torto
Mora entre as brumas rutilantes
Fingindo ser mais que simples instantes
31/05/07
[VINICIUS FALCÃO]
domingo, 26 de agosto de 2007
Lembranças de não-liberdade
Postado por Vinicius Falcão às 15:47
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